O presidente do Conselho Fiscal (CF) do Sporting, Agostinho Abade, mostrou-se indignado com o trabalho do árbitro do encontro dos leões em Guimarães, considerando que Bruno Paixão trazia a "receita encomendada".
O dirigente leonino revelou à Agência Lusa, após o encontro no Minho, que a nomeação de Bruno Paixão para dirigir esta partida deixara apreensivos os responsáveis do Sporting porque "é um árbitro volúvel", isto para utilizar uma "expressão mais suave", acrescentou.
Agostinho Abade foi mesmo mais longe ao afirmar que "há muito dinheiro em jogo nesta altura do campeonato", por causa do apuramento para a Liga dos Campeões", e que, por causa disso, "os dirigentes do Benfica estão a perder a cabeça".
Segundo o presidente do CF, os receios que tinham sobre este árbitro cedo se confirmaram, aludindo ao golo "limpo" anulado ao Sporting e ao cartão amarelo exibido a João Moutinho, mas enalteceu o espírito e o caráter da equipa, que conseguiu superar todas as adversidades e o deixou "orgulhoso", apesar de "estar a lutar contra 14 adversários".
"Não se deve brincar com o Sporting, que é uma grande instituição", desabafou, ao mesmo tempo que prevê que o Sporting vai ter pela frente, até ao fim do campeonato, "cinco finais
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