Neste contexto, qual seria a probabilidade de um jogador vestir a camisola destes dois clubes tão distantes no mapa, mas tão próximos nas alcunhas/nomes? Diminuta certamente, mas real. Mário Rondon é a prova. É que o jovem avançado do Pontassolense, da II Divisão, contratado pelo Paços de Ferreira para as próximas quatro épocas iniciou a sua carreira de futebolista precisamente nos Los Castores de Caracas. Nome oficial deste emblema
Mário Rondon nasceu em Caracas, na Venezuela, e, aos 17 anos, mudou-se para a Madeira. Veio para treinar à experiência no Marítimo B, mas, por causa de problemas burocráticos, nunca chegou a jogar nos leões do Funchal. Foi então que surgiu o Pontassolense, onde se notabilizou nas últimas quatro temporadas. O seu futuro passa agora pelo Paços de Ferreira, depois de goradas possíveis transferências em anos anteriores. Passou pelo Benfica B, por indicação de Nené, só que quando se preparava para assinar contrato a equipa secundária do clube encarnado foi extinta. Em Janeiro do ano passado, esteve à experiência no Chernomorets Burgas, clube da I Divisão da Bulgária, marcou quatro golos nos treinos, mas o contrato que lhe foi apresentado não bateu certo com a promessa e, por isso, regressou ao Pontassolense.
Esta época, com dez golos marcados em 25 jogos na II Divisão (Série B), chamou a atenção, por exemplo, de Estrela da Amadora - clube que na época passada contratou o lateral Hugo Gomes ao emblema da Ponta do Sol - e Paços de Ferreira, mas foram os castores que ganharam a corrida. Mário Rondon acha que já merecia dar o salto. "Andava a trabalhar há muito tempo para isto acontecer. Agora, quero trabalhar ainda mais para me afirmar na I Liga", afirma, revelando que só conhece os futuros colegas através da televisão. Para já, lidou com os directores e ficou muito bem impressionado. "Foram fantásticos no negócio, tendo acertado tudo, de forma séria, tanto comigo como com o Pontassolense", elogia. A curiosidade dos castores passou-lhe ao lado, mas já se tinha lembrado de uma outra: "Vou continuar a jogar de amarelo".
Esta época, com dez golos marcados em 25 jogos na II Divisão (Série B), chamou a atenção, por exemplo, de Estrela da Amadora - clube que na época passada contratou o lateral Hugo Gomes ao emblema da Ponta do Sol - e Paços de Ferreira, mas foram os castores que ganharam a corrida. Mário Rondon acha que já merecia dar o salto. "Andava a trabalhar há muito tempo para isto acontecer. Agora, quero trabalhar ainda mais para me afirmar na I Liga", afirma, revelando que só conhece os futuros colegas através da televisão. Para já, lidou com os directores e ficou muito bem impressionado. "Foram fantásticos no negócio, tendo acertado tudo, de forma séria, tanto comigo como com o Pontassolense", elogia. A curiosidade dos castores passou-lhe ao lado, mas já se tinha lembrado de uma outra: "Vou continuar a jogar de amarelo".
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