
A Comissão Médica da Fifa ratificou o veto à prática do futebol em locais situados acima dos 2.750 metros de altitude, com excepção dos casos em que as equipas tiverem um período de aclimatação entre três e sete dias, disse nesta terça-feira o jornal boliviano "La Razón", de La Paz.
Por este motivo, a comissão médica da Fifa pedirá um veto definitivo com a apresentação de provas científicas que demonstram que "não há fair play" na altitude. A polêmica ressurgiu na goleada de 6 a 1 da Bolívia sobre a Argentina no último dia 1º, em partida pelas eliminatórias sul-americanas ao Mundial de 2010. Muitos dos jogadores comandados por Diego Maradona culparam a altitude pela derrota. Fernando Signorini, preparador físico da seleção, assegurou que "um jogador pode morrer" atuando em La Paz.O médico costarriquenho Carlos Palavacini, que faz parte da comissão, explicou em entrevista à publicação que a decisão "é firme", já que, segundo ele, o objectivo é "normalizar o jogo". - Houve consenso para pedir uma aclimatação nas partidas disputas acima dos 2.750 metros - assegurou o médico, lembrando que a decisão foi assumida em reunião da comissão médica em março, mas era desconhecida na Bolívia até esta terça-feira. Segundo Palavacini, a seleção deve jogar em outro local.
- Não é uma boa política disputar partidas em estádios na altitude para conseguir vantagem. Penso que todas as equipas que vão a La Paz chegam em desvantagem. Os últimos 15 minutos de cada tempo são fatais para jogadores desacostumados a estas condições - comentou. Bolívia manda seus jogos a 3.577 metros
A Bolívia manda seus jogos no estádio Hernando Siles de La Paz, a 3.577 metros de altitude. Palavancini assegurou que os estudos sobre o assunto, feitos por especialistas bolivianos, serão analisados nos próximos encontros da comissão.
- Apesar de ninguém ter morrido pelos efeitos da altitude, não vamos esperar que isso aconteça .Esperamos chegar a um consenso político, porque a postura científica dá a impressão de que há problemas acima dos 2.700 metros e é preciso uma adaptação - concluiu o médico.
Por este motivo, a comissão médica da Fifa pedirá um veto definitivo com a apresentação de provas científicas que demonstram que "não há fair play" na altitude. A polêmica ressurgiu na goleada de 6 a 1 da Bolívia sobre a Argentina no último dia 1º, em partida pelas eliminatórias sul-americanas ao Mundial de 2010. Muitos dos jogadores comandados por Diego Maradona culparam a altitude pela derrota. Fernando Signorini, preparador físico da seleção, assegurou que "um jogador pode morrer" atuando em La Paz.O médico costarriquenho Carlos Palavacini, que faz parte da comissão, explicou em entrevista à publicação que a decisão "é firme", já que, segundo ele, o objectivo é "normalizar o jogo". - Houve consenso para pedir uma aclimatação nas partidas disputas acima dos 2.750 metros - assegurou o médico, lembrando que a decisão foi assumida em reunião da comissão médica em março, mas era desconhecida na Bolívia até esta terça-feira. Segundo Palavacini, a seleção deve jogar em outro local.
- Não é uma boa política disputar partidas em estádios na altitude para conseguir vantagem. Penso que todas as equipas que vão a La Paz chegam em desvantagem. Os últimos 15 minutos de cada tempo são fatais para jogadores desacostumados a estas condições - comentou. Bolívia manda seus jogos a 3.577 metros
A Bolívia manda seus jogos no estádio Hernando Siles de La Paz, a 3.577 metros de altitude. Palavancini assegurou que os estudos sobre o assunto, feitos por especialistas bolivianos, serão analisados nos próximos encontros da comissão.
- Apesar de ninguém ter morrido pelos efeitos da altitude, não vamos esperar que isso aconteça .Esperamos chegar a um consenso político, porque a postura científica dá a impressão de que há problemas acima dos 2.700 metros e é preciso uma adaptação - concluiu o médico.
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