
Ruben Micael, um dos alvos do Benfica para a próxima temporada, é um jogador que está há muito tempo a ser seguido pelos responsáveis do futebol das águias e insere-se na linha de contratações em que a SAD encarnada quer apostar com maior regularidade no futuro.
Rui Costa é defensor de uma política de reforços que contemple cada vez mais jogadores portugueses e, se possível, que todas as temporadas sejam promovidos jovens da formação. Naturalmente, os benfiquistas não podem enjeitar o mercado internacional, mas, juntar nomes nacionais a alguns estrangeiros que possam ser contratados, é o caminho que o diretor-desportivo quer implementar no emblema da Luz.
As características do médio do Nacional, e a forma aguerrida como se apresenta em campo, parecem convencer os responsáveis benfiquistas, embora esta seja uma questão longe de estar terminada. Benfica e Nacional terão de chegar a acordo no negócio que envolve o jogador, sabendo-se ainda que nos alvinegros também Nené, melhor marcador do campeonato, desperta interesse na Luz.
Ruben Micael tem contrato com o Nacional até 2013 e, por isso, só o acordo total entre todas as partes viabilizaria o negócio. Apesar de não ser dos jogadores mais caros do clube madeirense, Rui Alves, presidente do Nacional, tentará elevar ao máximo a verba pedida, até porque 50 por cento da quantia é para entregar ao União da Madeira, clube que o jogador representou até à temporada passada, e que detém metade do seu passe.
Outro Ruben português
A confirmar-se o ingresso de Ruben Micael no grupo benfiquista será a consolidação do projeto escolhido por Rui Costa, sobretudo na aposta nacional. O primeiro caso do género da atual gestão do futebol é claramente Ruben Amorim. O médio contratado, na época passada, ao Belenenses conseguiu atingir um lugar de destaque na equipa de Quique Flores, sendo mesmo dos mais utilizados do plantel. Às estatísticas, há ainda a juntar o facto de o próprio treinador ter considerado o português como imprescindível no esquema tático que escolheu para a equipa.
Outro português, em outra vertente do caminho escolhido, é Miguel Vítor. O jovem defesa-central é um produto da formação e esta tem de ser igualmente uma aposta cada vez maior no projeto de Rui Costa
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