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O defensor do Liverpool Daniel Agger admitiu que talvez tenha que deixar o clube da Premier League, pelo bem de sua carreira.
O dinamarquês passou por uma frustrante temporada em Anfield, sofrendo com lesões e com a boa actuação do colega Martin Skrtel, em óptima forma, o que o manteve fora da equipa principal por muito tempo.
O jogador de 24 anos marcou sua volta com um lindo golo à distâcia, na vitória por 4 a 0 de sábado sobre o Blackburn, mas deve ficar no banco para a disputa de volta dos quartos-de-final da Liga dos Campeões, na terça-feira, contra o Chelsea.
O contrato de Agger termina no fim da temporada, e, embora ele tenha conversado com Rafa Benítez, sobre a possibilidade de renovação, admitiu que sua permanência é muito incerta, devido à sua longa ausência em jogo.
“Estou passando por uma fase na carreira em que preciso jogar, e quero jogar, mas essa situação não tem nada a ver com conevrsas sobre contrato”, disse ele. “É muito bom ouvir que o treinador quer que eu fique, mas o mais importante é o que ele me diz quando olho em seus olhos. Não o que ele diz nos papéis, e sim o que ele fala a portas fechadas. Mantenho conversas confidenciais com o clube, então não posso revelar o que foi dito”.
“Não sei o que será decidido. Não faço ideia. Em meu coração, espero que eu fique aqui na próxima temporada”, concluiu ele.
O dinamarquês passou por uma frustrante temporada em Anfield, sofrendo com lesões e com a boa actuação do colega Martin Skrtel, em óptima forma, o que o manteve fora da equipa principal por muito tempo.
O jogador de 24 anos marcou sua volta com um lindo golo à distâcia, na vitória por 4 a 0 de sábado sobre o Blackburn, mas deve ficar no banco para a disputa de volta dos quartos-de-final da Liga dos Campeões, na terça-feira, contra o Chelsea.
O contrato de Agger termina no fim da temporada, e, embora ele tenha conversado com Rafa Benítez, sobre a possibilidade de renovação, admitiu que sua permanência é muito incerta, devido à sua longa ausência em jogo.
“Estou passando por uma fase na carreira em que preciso jogar, e quero jogar, mas essa situação não tem nada a ver com conevrsas sobre contrato”, disse ele. “É muito bom ouvir que o treinador quer que eu fique, mas o mais importante é o que ele me diz quando olho em seus olhos. Não o que ele diz nos papéis, e sim o que ele fala a portas fechadas. Mantenho conversas confidenciais com o clube, então não posso revelar o que foi dito”.
“Não sei o que será decidido. Não faço ideia. Em meu coração, espero que eu fique aqui na próxima temporada”, concluiu ele.
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